Hipercifose: quando a curvatura da coluna se torna um problema?
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27 fevereiro, 2026Entre em contato: (11) 3230-5050 ou (11) 97359-6482
A artrose na coluna também é conhecida como osteoartrite da coluna ou ainda espondiloartrose.
Esse problema é comum na população mais idosa, tendo em vista que uma das suas principais causas é a senilidade. No entanto, a condição não raro também acomete indivíduos de meia idade, a partir dos 40 anos.
A artrose consiste no desgaste progressivo das articulações presentes na coluna, sendo provocada pela associação de fatores genéticos e fatores ambientais. As alterações genéticas nascem com o indivíduo e determinam se o mesmo possui propensão a desenvolver tal alteração ao longo da sua vida ou não. Já o componente ambiental é muito mais vasto, podendo ser a realização de movimentos inadequados ao longo da vida, sobrecarga recorrente sobre a coluna, postura inadequada, entre outros. Quando há a confluência entre esses dois componentes (genético e ambiental), ocorre a artrose ou desgaste da coluna.
Dentre os sintomas mais comuns no quadro de artrose está a dor na coluna e também a dificuldade ou limitação em movimentá-la, causada tanto pela dor quanto pelas alterações degenerativas presentes na coluna. Dentre as alterações mais conhecidas podemos citar o aumento do tamanho das articulações e a formação de osteófitos, também chamados de bico de papagaio.
A degeneração pode ocorrer em qualquer região da coluna, mas costuma ser mais comum na coluna lombar e na cervical, regiões mais móveis da coluna, portanto mais sujeitas ao sobreuso e desgaste. São as regiões que mais sofrem com uma maior carga e estão em constante movimento durante as atividades do cotidiano, seja enquanto o indivíduo está sentando, levantando ou mesmo segurando objetos mais pesados.
Apesar de ser uma condição progressiva ao longo dos anos, a artrose da coluna possui tratamento, o qual objetiva controlar os sintomas causados pela degeneração, além de retardar a progressão da doença, de modo a proporcionar uma vida normal, com qualidade e sem dor ao paciente.
Como mencionado, a artrose é uma patologia degenerativa e progressiva, que pode ter causas relacionadas a fatores hereditários, genéticos e ambientais, como um estilo de vida que demanda muito da coluna vertebral.
Dentre os fatores de risco que favorecem o surgimento da artrose na coluna está a prática de exercícios físicos de maneira exagerada, com carga em excesso, movimentos repetitivos e de maneira inadequada. Também por isso, é fundamental que, ao praticar exercícios físicos, o indivíduo tenha o acompanhamento de um profissional qualificado e de confiança para evitar exageros ou exercícios errôneos.
A obesidade também é um fator que predispõe pacientes à artrose na coluna, uma vez que o excesso de peso provoca a sobrecarga das estruturas da coluna, desencadeando o processo degenerativo.
O tabagismo também é considerado um grande vilão, pois ele impede a correta oxigenação dos tecidos. Dessa forma, ocorre um desgaste muito mais acelerado dos componentes da coluna vertebral.
No caso de profissionais que realizam movimentos repetitivos no trabalho ou que carregam peso, faz-se imprescindível a adequação do trabalho.
A boa postura está indicada a todos os indivíduos de modo a evitar ou desacelerar o processo de artrose.
O quadro de artrose na coluna varia bastante, podendo ser desde assintomático até de cursar com quadros de dor leve, moderada ou grave. Em alguns casos, por exemplo, é possível que o paciente apresente limitação funcional importante para a realização de simples atividades diárias, como deitar-se, levantar-se ou mesmo caminhar.
Em alguns casos graves, a artrose pode levar ao afastamento temporário do trabalho ou mesmo à aposentadoria. Para que isso não ocorra, na maioria dos casos, ao seguir as determinações médicas de tratamento, os pacientes apresentam excelente retorno e funcionalidade.
A pessoa com espondiloartrose pode sofrer dor em toda a extensão da coluna vertebral, que tende a piorar com o movimento, podendo estar associada à dificuldade para movimentação do cervical, do tronco ou da lombar, de acordo com a região acometida pela degeneração. É possível que haja também dor irradiada para os membros ou formigamento se as alterações da artrose (ex: bico de papagaio) começarem a comprimir estruturas nervosas (raízes e nervos).
A artrose na coluna predispõe é acompanhada de algumas alterações. Os osteófitos ou bico de papagaio também ocorrem com certa frequência. São calcificações ósseas que podem provocar limitação de movimentos, dor e compressão de nervos.
Hérnias discais também podem se desenvolver em meio ao processo de degeneração da coluna vertebral, pois este é um fenômeno de acometimento geral, logo diversas estruturas da coluna são comprometidas, como as facetas articulares, discos intervertebrais, ossos e ligamentos.
A consequência dessas alterações gera estenose do canal vertebral, ou seja estreitamento do local onde ficam alojados os nervos e a medula. Esse estreitamento pode ser tão pronunciado a ponto de causar compressão dessas estruturas nervosas. Quando isso ocorre, o paciente desenvolve perda de equilíbrio, dificuldade para caminhar, perda do controle esfincteriano (perde a capacidade de controlar urina e fezes), além de perda de força e sensibilidade nos membros.
O diagnóstico da artrose na coluna se baseia na sintomatologia apresentada pelo paciente, num criterioso exame físico e em exames de imagem, como os Raios-X, a Tomografia e a Ressonância Magnética.
Até o presente momento, a artrose não tem cura, pois é um processo degenerativo e progressivo. Mas o tratamento garante qualidade de vida para o seu portador, com redução da dor e das limitações causadas pela artrose. O tratamento a ser adotado é individualizado, variando caso a caso, a depender também do grau da artrose e do acometimento da coluna gerado por ela.
O ortopedista especialista em coluna pode tratar a artrose da coluna de forma conservadora, com fisioterapia, com atividades que melhoram a mobilidade do paciente, com medicações ou mesmo com infiltrações e bloqueios da coluna. Em alguns casos, essas medidas conservadoras são suficientes para manter o paciente assintomático e com boa qualidade de vida.
Entretanto, há casos em que existe a necessidade de cirurgia para o tratamento adequado do paciente, principalmente quando não há melhora dos sintomas com o tratamento conservador, quando o paciente apresenta claudicação neurogênica (dor nas pernas ao caminhar) ou quando existe algum acometimento neurológico, a exemplo da perda de força nos membros, da dificuldade para caminhar, ou impossibilidade de controlar urina e fezes.
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